Nós, os grandes de espírito, temos que saber encarar a vida não como nos mandam encara-la, mas como nossos espíritos mais se satisfazem em goza-la.
Nós os grandes temos que reconhecer falhas imutáveis e aprender a domina-las, e mudar aquelas em que nos parece confortável faze-lo.
Não podemos julgar o sentimento alheio nem subjugar os nossos, para que com isso possamos alcançar a liberdade de nos expressarmos sem a culpa da intolerância.
Também não devemos apenas amar ao próximo, mas odiá-lo às vezes, para que ele se coloque em uma postura de transformação e possa assim alcançar-nos dentro da elevação.
Também não podemos apenas odiar nossos inimigos, mas também aprender a ama-los para conquista-los através de nossa falsa submissão.
Somente àqueles de espírito livre é facultado o direito de errar, pois sabem aprender com o erro, e não só pedir perdão por eles.
Só não alcança aquele que não busca em si o próprio conhecimento da verdade supostamente fácil de encontrar – mas não cometeremos o erro de encontra-la fora – mas sim a verdade que nos é mais aprazível.
Pobres àqueles que procuram sugar o conhecimento alheio, pensando que assim passaram de trigo a pão, assim só conseguirão se tornar mais um e não o único.
Temos que aprender a absorver o conhecimento até o ponto mais árduo que é quando nos livraremos dele e externaremos aquele que vem de nosso próprio saber.
Nós, que nos tivemos liberados de todas as correntes devemos não doutrinar os que se amarram, mas ensina-los a se libertar.
Pobre do homem que se submete a uma doutrinação, achando que com isso se libertará das amarras!
Engana-se quem pensa ser justo todo o doutrinador, e a ele permanece subjugado!
Ainda não aprendeu a usar de seu mestre toda a capacidade que este lhe dá para soltar-se dele e liberar seu espírito!
Nós os grandes de espírito e que nos libertamos dentro de nossos próprios pensamentos, vislumbramos o futuro, e para chegar a ele devemos transformar o presente. Devemos aproveitar cada minuto para libertar mais almas e assim expandir nosso consciente para que um dia possamos todos ser grandes.
Não devemos fugir de nossa obrigação com nós próprios, pois assim corremos o risco de mais uma vez prendermos nossos espíritos como cavalos em uma árvore.
Nós os grandes de espírito temos que lutar para que continuemos a ser “espíritos livres”.
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Há 15 anos
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